Adapec colabora com ritmo de crescimento nos 31 anos do Tocantins

Governo do Estado garante a sanidade animal e vegetal para fomentar a produção e abrir novos mercados consumidores

Publicado em: 08 de Outubro de 2019
Foto Por: Adapec/Governo do Tocantins
Autor: Dinalva Martins/Governo do Tocantins
Fonte: Ascom
Tocantins evolui em ritmo acelerado na produção de soja sequeiro em 21 anos 

O Tocantins fará 31 anos no dia 5 de outubro e a Agência de Defesa Agropecuária do Estado (Adapec) caminha junto na missão de promover o que há de melhor para o povo tocantinense.

 

Mesmo sendo criada em 1998, 10 anos após a criação do estado, as ações já eram executadas dentro da estrutura da Secretaria Estadual da Agricultura.

 

A trajetória da Adapec, que executa as atividades do setor, fez com que o Tocantins se despontasse como um importante celeiro agropecuário nacional.

 

A bovinocultura é um dos destaques, em 1988 contava com 4,4 milhões de bovinos, 30 anos depois está com mais de 8,5 milhões de cabeças de gado.

 

Considerada zona livre de aftosa com vacinação, reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), o estado está habilitado a exportar carne bovina, produtos e subprodutos para mais de 130 países.

 

"A prioridade é a manutenção do status sanitário livre da febre aftosa com vacinação, que tem 22 anos e levará o Tocantins a ser livre sem vacinação a partir de 2021", frisa o diretor de Defesa, Inspeção e Sanidade Animal, Márcio Rezende.

 

Ao longo destes anos, o estado conquistou o status sanitário nível C em sanidade avícola, bem como o reconhecimento internacional de zona livre de Peste Suína Clássica.

 

E tem mais, após sete anos de trabalho, concretizou-se a adesão ao Sistema Brasileiro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Sisbi-POA). Com isso, empresários que aderirem poderão comercializar seus produtos em todo Brasil, pois o selo tem a mesma equivalência federal.

 

Até o momento, cinco estabelecimentos já aderiram e mais cinco estão em processo de adesão.

 

Os avanços na área de tecnologia têm desburocratizado os processos para dar mais agilidade e autonomia ao produtor rural.

 

Atualmente 100% dos municípios estão conectados ao Sistema de Defesa Agropecuária (Sidato), resultando em eficácia no controle de rebanhos e propriedades rurais.

 

Sanidade e Inspeção Vegetal


 

A produção de soja sequeiro em 21 anos evoluiu de forma grandiosa, em 1998 a área plantada era de 40,1 mil hectares, já em 2018/2019 a área já ultrapassa a um milhão de hectares.

 

No período de entressafra, nas várzeas tropicais, onde o Tocantins tem autorização para plantar a oleaginosa com destinação para sementes ou pesquisa, a área que era de 42,8 mil hectares em 2013, quando foi autorizado o plantio, já está com 61,8 mil hectares em 2019.

 

Para preservar o Patrimônio Fitossanitário contra a entrada de pragas, principalmente as de importância econômica, a Adapec monitora lavouras e fiscaliza o trânsito de sementes e mudas e agrotóxicos. "O trabalho garante a sanidade e a qualidade dos produtos; damos ênfase nas ações de controle da ferrugem asiática da soja, do Bicudo do Algodoeiro, levantamentos de detecção da Mosca da Carambola, entre outros", ressalta o diretor de Defesa, Inspeção e Sanidade Vegetal, Alex Sandro Arruda.

 

Para os pequenos agricultores, desde 2015, as ações do Projeto de Recebimento Itinerante (RI) de embalagens vazias de agrotóxicos têm percorrido vários municípios. Este ano, já foram realizadas ações em 15 municípios. O projeto é desenvolvido numa parceria do Governo do Tocantins, por meio da Adapec, do Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (Inpev), associações de revendas de agrotóxicos e prefeituras municipais. Em 2018, foram beneficiados 460 produtores rurais.

 

De acordo com o presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, a instituição tem papel fundamental no desenvolvimento e crescimento do estado, que tem vocação para o agronegócio. "O potencial de crescimento do Tocantins é grande, nosso trabalho é garantir a sanidade animal e vegetal para que os setores avancem ainda mais, atraiam mercados consumidores, bem como a população tenha alimentos saudáveis, além de prevenir pragas nas lavouras", ressalta. 

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