Pacotão da Copa: recorde de Marta, golaços, defesas e momentos marcantes

Primeira fase do Mundial se encerra com momento histórico para craque brasileira. Confira o resumão com os principais destaques da competição até o momento

Publicado em: 21 de Junho de 2019
Foto Por: Divulgação
Autor: GloboEsporte.com — Rio de Janeiro
Fonte: GloboEsporte.com — Rio de Janeiro
Com recorde de Marta, Brasil vence Itália e se classifica para oitavas da Copa do Mundo

A primeira fase da Copa do Mundo feminina acabou, e com ela chega a hora de fazer um pacotão do que aconteceu de melhor até agora na competição. Esta parte inicial do torneio foi marcada por um recorde batido: a brasileira Marta tornou-se a maior artilheira da história dos Mundiais, incluindo futebol masculino: são 17 gols em 19 jogos, média de 0,89 por jogo.

Confira o resumo da primeira fase do Mundial:

 

Rainha Marta

 

Até agora, a camisa 10 brasileira tem dois gols no Mundial. O segundo, que garantiu a vitória sobre a Itália, fez ela quebrar o recorde e superar o alemão Klose, que tinha marcado 16 vezes.--:--/--:--

Os golaços

 

Kglatana (África do Sul)

 

Na estreia na competição, Kglatana mostrou suas credenciais logo aos 25 minutos do primeiro tempo: um gingado para cima da marcadora espanhola e um chute no ângulo, inapelável. Entretanto, não foi suficiente: a África do Sul perdeu por 3 a 1 para a Espanha.

 

Cristiane (Brasil)

 

Para quem quiser aprender a bater falta, uma aula de Cristiane, artilheira do Brasil. Com a canhota afiada, ele jogou a bola no ângulo, contou com a ajuda do travessão e brilhou na vitória por 3 a 0 sobre a Jamaica, na estreia da Seleção.

 

Galli (Itália)

 

Uma pancada de fora da área, que nem a goleira conseguiu segurar. Foi assim que Galli marcou para a Itália na vitória sobre a Jamaica por 5 a 0.

 

Clelland (Escócia)

 

A atacante escocesa esbanjou categoria para aproveitar um presente da zaga japonesa. Tocou por cima da goleira e saiu para o abraço. Entretanto, não mudou o destino da sua seleção: derrota por 2 a 1 para o Japão.

Gol Contra

 

Renard (França)

 

A jogadora mais alta do Mundial, com 1,87m, vacilou contra a Noruega. Ao tentar cortar um cruzamento rasteiro, completou para o gol vazio. Mas Renard também tem veia goleadora: tem três gols (a favor) pela França na Copa.

 

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O VAR em ação

 

Nigéria 0 x 1 França

 

As principais intervenções do árbitro de vídeo na Copa foram duplas. Contra a França, primeiro o VAR mostrou o pênalti a favor da França. Renard foi para a bola e perdeu, mas, em nova consulta, ficou constatado que a goleira Nnadozie se adiantou. Na segunda chance, a zagueira francesa não desperdiçou e garantiu a vitória.

 

Escócia 3 x 3 Argentina

 

O mesmo aconteceu num dos jogos mais emocionantes da primeira fase. A Argentina perdia por 3 a 0 para a Escócia, mas buscou a reação. E o VAR ajudou. Nos acréscimos, o árbitro de vídeo mostrou pênalti para as sul-americanas. Bonsegundo bateu e perdeu, mas a goleira Alexander se adiantou. Na sequência, a camisa 11 argentina converteu, eliminou a Escócia e manteve a esperança hermana - que acabou não passando para as oitavas.

Inacreditável Futebol Clube

 

Popp (Alemanha)

 

A capitã germânica desperdiçou a chance mais fácil da primeira fase: num rebote da goleira da África do Sul, na pequena área, isolou a bola.

Defesas

 

Alexander (Escócia)

 

A escocesa brilhou nos duelos contra as favoritas Inglaterra e Japão. Diante das rivais britânicas, mostrou muito reflexo num chute à queima-roupa de White.

 

Correa (Argentina)

 

A veterana goleira de 35 anos brilhou contra a Inglaterra na derrota por 1 a 0. Foram pelo menos duas defesas espetaculares, com direito a um pênalti bloqueado.

 

Van Veenendaal (Holanda)

 

A neo-zelandesa Gregorius já achava que tinha marcado, mas não contava com a agilidade de Van Veenendaal, que salvou a Holanda com uma linda defesa na vitória por 1 a 0.

 

Endler (Chile)

 

Enfrentar duas das melhores seleções do mundo, como Suécia e Estados Unidos, fez com que a chilena Endler trabalhasse. A gente fica com esse pequeno milagre contra as suecas

 

Cantoria em alta

 

Chegar em alto astral para as partidas foi norma para algumas das seleções no Mundial. E uma chance para conhecer um pouco da cultura de cada país. As brasileiras, por exemplo, fizeram roda de samba na chegada aos jogos.

As argentinas vieram com música tradicional local e cantavam a plenos pulmões: "seguimos adiante, coração a coração".

Mas quem deu show foram as sul-africanas. Elas não só cantaram como também dançaram e foram atração ainda antes de a bola rolar.

 

A emoção

 

Ouvir o hino nacional numa Copa do Mundo é algo marcante para uma jogadora de futebol. As argentinas se emocionaram demais e chegaram a chorar durante a execução.

No Chile, não tem esse negócio de protocolo de 30 segundos, não. A música parou, mas jogadoras e torcedores levaram o hino acapella antes de enfrentar a Tailândia.

Para outras seleções, um simples gol marcado é motivo de festa. Não importa que a Tailândia tenha sido goleada por 5 a 1 pela Suécia: a atacante Sung-Ngoen entrou para a história, e a gerente do time, Nualphan Lamsam, foi às lágrimas.

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