Abaixo-assinado promovido por empresários pede anulação de taxa imposta pela Fecomércio

Publicado em: 20 de Setembro de 2018
Foto Por: Divulgação
Autor: Ascom
Fonte: Ascom

Os empresários do Tocantins continuam na luta para a derrubada da nova taxa imposta pela Federação do Comércio de Bens e Serviços do Tocantins (Fecomércio).

 

Desde que foi firmada em convenção coletiva em março deste ano, a nova taxa tem tirado o sono dos empresários do estado, isso porque, além de aumentar os gastos com pessoal os empresários têm recebido ligações e cobranças sob o risco de terem o seu nome incluso no Serasa caso não realizem o pagamento.

 

No intuito de somar forças na luta pela derrubada da nova taxa, a ACIAM, estará nos próximos dias 17 e 18 recolhendo assinaturas em sua sede em um abaixo assinado pela anulação da taxa.

 

Os empresários que são contra taxa deverão comparecer na sede da associação entre 8h e 18h, munido de documentação.

 

De acordo com o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Miracema, Pedro Quixabeira da Silva, “ é hora de todos nós empresários nos unirmos para juntos conseguirmos derrubar essa cobrança imposta pela Fecomércio, sabemos o quanto esse taxa impacta negativamente dentro das nossas empresas, além do que não é um benefício para os funcionários e sim para sindicatos ” completou.

 

A Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Miracema fica localizada na Rua 1º de Janeiro esquina com Travessa Pedro da Luz, centro.

 

Entenda


Instituído em convenção coletiva de trabalho (CCT), o Benefício Social Familiar obriga a empresa recolher mensalmente até o dia 10 de cada mês, a título de contribuição social, o valor de R$ 20 por trabalhador.

 

Segundo a própria Federação da Indústria e Comércio do Tocantins (Fecomércio), a medida é um modelo de atendimento social e de apoio com que garante a reestruturação da família na ocorrência de falecimento, incapacitação total e permanente do trabalhador e contribui com conforto e adaptação no nascimento de filhos do trabalhador.

 

O BSF já chegou a ser denunciado ao Ministério Público do Trabalho (MPT) por 13 associações empresariais, que alegam que a cobrança para garantir a assistência criada “nada mais é que uma contribuição sindical, abolida pela recente reforma trabalhista”.

 

“Comparado com o seguro de vida, o benefício social resultará certamente na demissão de milhares de trabalhadores visando a redução de custos”, projetou as entidades denunciantes.

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