Comandante geral da PMTO participa de simpósio no RJ que discute a vitimização do policial

Problemas físicos e psíquicos que afastam policiais militares de suas atividades são temas discutidos no I Simpósio Nacional de vitimização policial no Rio de Janeiro.

Publicado em: 15 de Maio de 2019
Foto Por: Divulgação
Autor: Lara Tavares/Governo do Tocantins
Fonte: Ascom
Comissão da PM do Tocantins no evento.

O comandante geral da Polícia Militar do Tocantins, coronel Jaizon Veras Barbosa, participa do I Simpósio Nacional de vitimização policial no Rio de Janeiro, entre os dias 13 e 15 de maio. 

 

O comandante está acompanhado da comitiva composta pelo diretor de Saúde da PMTO, coronel Wesley Costa, do presidente e diretor financeiro da Fundação Pró-Tocantins, coronel Luiz Cláudio Benício e tenente Marconi Pereira de Souza, respectivamente.

 

O simpósio tem por objetivo discutir e sugerir medidas, normas, leis, regulamentos, equipamentos e soluções para reduzir e controlar problemas físicos e psíquicos, que afetam diretamente os policiais militares e os afastam das atividades laborais. O público estimado de 1.500 pessoas entre as polícias de todos os estados e demais autoridades decisórias.

 

No 1º dia de evento, na segunda-feira, 13, foi realizada uma apresentação e debate do documentário "Heróis do Rio de Janeiro", que mostra a realidade, as razões, as causas, as consequências, histórias reais e sugestões para controlar e reduzir o problema nacional, muito intenso no RJ, de policiais militares serem mortos e feridos por criminosos, e sofrerem traumas

psicológicos. Confira no link: https://youtu.be/3BAqgahyFoY.

 

Hoje, terça-feira, 14, estão sendo realizadas palestras relacionadas a estudos da comissão de análise da vitimização policial militar, sobre o narcoterrorismo no Brasil e a legislação penal, dentre outras.

 

Para o coronel Jaizon este evento é de suma importância para discutir as consequências e causas da morte de policiais militares, dentro e fora do serviço, que afeta não só o militar, mas também suas famílias. Temos uma realidade estatística alarmante em que o Rio de Janeiro tem o maior índice de mortes de policiais militares em decorrência da violência, mencionou. 

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