Moradores voltam a fazer protesto contra bloqueio de ponte em Porto Nacional

A ponte foi bloqueada pelo governo no último dia 7, a medida foi tomada por precaução.

Publicado em: 11 de Fevereiro de 2019
Foto Por: Nonato Carneiro/ TV Anhanguera
Autor: G1 Tocantins.
Fonte: G1 Tocantins.
Protesto por bloqueio de ponte, em Porto Nacional

Moradores de Porto Nacional voltaram a fazer manifestação na manhã deste domingo (10) contra o bloqueio na ponte da cidade. A ponte foi bloqueada pelo governo no último dia 7, a medida foi tomada por precaução, já que ela está com problemas estruturais. A interdição no local é por tempo indeterminado.

Na sexta-feira (8), moradores da comunidade Nova Pinheirópolis protestaram pelo bloqueio, alegando que os produtores da região estão sendo prejudicados.

A ponte está totalmente interditada desde quinta-feira (7) por equipes da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto), que fazem vistorias no local. Desde então só está liberada a passagem de motociclistas, pedestres e ciclistas. O Governo do Estado não deu nenhum prazo de quando a via será liberada.

Rota alternativa

A opção para quem precisa passar de uma margem a outra do rio é fazer a travessia em Palmas, pela ponte Fernando Henrique Cardoso. O desvio é de aproximadamente 170 km.

Para quem usa a TO-255 para chegar a Palmas ou necessita ter acesso ao trecho da TO-255, que liga Porto Nacional a BR-153, a alternativa é utilizar a rota que engloba as TO’s -454/455/080, que liga os Distritos Escola Brasil e Luzimangues, e realizar a travessia pela Ponte Fernando Henrique Cardoso.

Problemas estruturais

A ponte sobre o rio Tocantins, na TO-255, em Porto Nacional, tem deixado há anos os motoristas com medo da travessia. Isso por que a obra já tem mais de 40 anos e, por causa das condições, já teve o tráfego de caminhões reduzido. Por causa da situação, o Ministério Público Estadual (MPE) pediu que o Estado analise a segurança da estrutura.

Desde que foi parcialmente interditada, em setembro de 2011, o trajeto é considerado perigoso. No ano de 2014, foi aberto o processo licitatório para a construção de uma nova ponte, mas as obras não começaram.

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