Seciju participa de seminário sobre ancestralidade e sustentabilidade da mulher negra

Publicado em: 08 de Agosto de 2018
Foto Por: divulgação
Autor: Jaqueline Moraes/Governo do Tocantins
Fonte: Ascom

Entre os dias 07 e 09 de agosto, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), por meio da Gerência de Políticas de Proteção para Mulheres, participa do Seminário Ancestralidade e Sustentabilidade da Mulher Negra: Violência, Violação de Direitos e Emancipação. O encontro acontece em Brasília e é promovido pelo Ministério dos Direitos Humanos (MDH).

O ministro dos Direitos Humanos, Gustavo Rocha, explica a finalidade do evento. "Nosso objetivo é reunir gestores públicos, acadêmicos, estudiosos e lideranças religiosas de todo o Brasil e representantes dos órgãos de promoção da igualdade racial para debater e avaliar o desenvolvimento das políticas públicas especialmente no que tange às condições das mulheres negras", disse.

Representa a Seciju no Seminário, a gerente de Políticas de Proteção para Mulheres, Sabrina de Santana. Para ela, o evento vai contribuir para o aprimoramento das políticas públicas voltadas para a mulher. "A nossa participação vem proporcionar o debate e avaliar o desenvolvimento das políticas públicas, especialmente no que tange às condições das mulheres negras", pincelou.

Segundo ela, a realidade brutal em relação às mulheres negras na sociedade brasileira evidencia que uma mulher jovem e negra tem mais que o dobro de possibilidade de ser vítima de violência em relação a uma jovem mulher branca. "O Brasil foi o último país do mundo a abolir oficialmente a escravidão, que fundamenta a natureza das relações de dominação e subordinação que operavam na escravidão e que refletem até hoje os índices de violência ás mulheres negras", expôs.

O seminário encerra na quinta-feira, 09, e busca apresentar propostas que contribuam para reduzir a discriminação de gênero e étnico-raciais e qualificar metodologia para construção de novas concepções acerca das relações humanas e institucionais.

(Com informações do Ministério dos Direitos Humanos)

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