Visitação ao rio Azuis é liberada após acordo para regularização de problemas ambientais

Comerciantes que trabalham no local conseguiram assinar termo junto ao Instituto Natureza do Tocantins. Local tinha sido interditado após diversas irregularidades serem encontradas por fiscais.

Publicado em: 17 de Abril de 2019
Foto Por: Thiago Sá/Governo do Tocantins
Autor: G1 Tocantins.
Fonte: G1 Tocantins.
O rio Azuis é uma das principais atrações turísticas do Tocantins

A visitação ao rio azul foi liberada pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) após assinatura de acordo entre o órgão e os comerciantes que trabalham no local.

 

A atração turística fica em Aurora do Tocantins, no sudeste do estado. O local estava interditado desde a última segunda-feira (17) após fiscais encontrarem diversas irregularidades ambientais.

 

A desintermediação foi confirmada nesta quarta-feira (17) pelo presidente do Naturatins, Marcelo Falcão. O G1 solicitou informações sobre o acordo e ainda aguarda resposta.

 

O rio Azuis é uma das atrações turísticas mais visitadas no estado. O rio é um dos menores do mundo e o ecossistema é considerado delicado. O turismo no local foi interditado após fiscais encontrarem diversas irregularidades.

 

Ao todo, cinco restaurantes e pousadas também foram interditados e quatro obras em andamento ficaram embargadas. Nesta quarta-feira (16), a associação dos comerciantes foi até a sede do Naturatins em Palmas para propor um acordo pedindo prazo para realizar as adequações e obter as licenças necessárias.

 

Entenda

 

O rio Azuis foi interditado para banho pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) após uma fiscalização encontrar diversos problemas ambientais no local.

 

O Instituto apontou que nenhum dos comerciantes tinha licença ambiental e, além disso, foram encontradas construções irregulares e até criação de porcos na margem da água.

 

O Naturatins afirmou que tinha notificado sobre as irregularidades, mas os problemas não foram regularizados. Por outro lado, os comerciantes afirmam que a proibição do turismo no local iria prejudicar muitas famílias que dependem do negócio para sobreviver.

 

"Causou um impacto muito grande no comércio e a gente sabe que todo mundo precisa daquilo ali. A gente vive daquilo e a associação montou um projeto para construção de banheiros públicos. A associação se compromete a realizar todas as atividades cabíveis que o órgão competente cobrou da gente", afirmou Domingas de Sousa.

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