Sábado,
18 de Setembro de 2021

Publicado em 03 de Julho de 2021 (Atualizado Há 3 meses atrás)

Meus Amigos e Minhas Amigas,

O que está acontecendo no Congresso nacional relativo à CPI da Covid-19 tem chamado a atenção de grande parte do povo brasileiro de forma negativa em função da maneira que os trabalhos estão sendo conduzidos.

A falta de respeito e o comportamento tendencioso de alguns senadores, especialmente aqueles que fazem parte do chamado G-7 nos mostra o quanto a política nacional é formada por pessoas desprovidas de valores.

Guardadas as devidas proporções, é claro!

Aliás, simplesmente por ter se manifestado a favor do governo federal, o senador Eduardo Braga integrante do G-7 foi retirado do grupo, e as notícias dão conta que agora se transformou em G-6.

Uma CPI de cartas marcadas cujo relatório estaria pronto antes de começar conforme se comenta, que se dá ao luxo do relator (Sen. Renan Calheiros) ouvir de bom grado apenas os que vão depor contra o governo, a ponto de se retirar do plenário outro dia sem a mínima cerimônia simplesmente porque o depoente falaria coisas que não agradariam a ele.

Uma CPI que permite alguém que já esteve presente denunciando o governo, vide Dep. Luis Miranda, entrar na sala em meio a um depoimento e cochichar no ouvido de Omar Aziz e Renan Calheiros não merece o nosso respeito.

O cochicho ou fuxico como queiram só potencializou que o jogo é de cartas marcadas.

Inegavelmente existe um complô que envolve poderes, grande parte da imprensa, políticos e entidades para derrubar o presidente Jair Bolsonaro.

Bolsonaro como qualquer um comete erros, tem pecados, todavia, o maior deles é ter retirado de grande parte da classe política, meios de comunicação e muito mais as mamatas que todos estavam acostumados, ou seja, as suculentas e fartas tetas do governo secaram.

A CPI não está a serviço da verdade, mas, da politicagem e da perseguição barata.

A prova é que acusam o líder do governo Dep. Federal Ricardo Barros de interferir na compra da vacina Covaxin, entretanto, não agendam seu depoimento, pior, ficam adiando a ponto de Barros entrar com um mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal para que seja ouvido.

O que estaria por trás desse receio em ouvir Barros?

Medo de serem contrariados com os esclarecimentos dos fatos que jogariam por terra toda a narrativa construída?

O que todos queremos é a verdade nua e crua, mas será se ela vai surgir mesmo em uma CPI relatada por Renan Calheiros e presidida por Omar Aziz? 

Essa é a minha Opinião!!!!

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site.

Seu comentário aguardará aprovação antes de ser publicado no site

Sem Comentários