Benfica avança em negociações com o Grêmio por Everton e ganha concorrência de clube inglês

Tricolor mantém contato com diretoria portuguesa e também com o Everton, da Inglaterra; transferência do atacante pode avançar nos próximos dias

Publicado em: 05 de Agosto de 2020
Foto Por: Lucas Uebel/DVG/Grêmio
Autor: Eduardo Moura — Porto Alegre
Fonte: Globo Esporte
Everton Cebolinha na vitória do Grêmio contra o Novo Hamburgo

Após indicação do técnico Jorge Jesus e uma primeira consulta, o Benfica avançou em negociação com o Grêmio para a transferência de Everton Cebolinha.

 

O clube português, no entanto, tem a concorrência do Everton, da Inglaterra, que já demostrou interesse anteriormente e não desistiu da contratação do camisa 11.

 

Conforme apurado pelo ge, a negociação tende a evoluir ao longo desta semana. Uma reunião entre os representantes dos clubes gaúcho e português estava prevista para a manhã desta terça-feira.

 

Everton vê com bons olhos as duas propostas e se divide pela preferência. Até o momento, porém, ainda não há nada acertado com o Grêmio.


Já era esperado o avanço do Benfica. O clube português fez os primeiros contatos na semana passada. Na última quarta-feira, o clube emitiu um comunicado desmentindo negociações e disse que só trataria de possíveis contratações após o fim da temporada, no último sábado.

 

O Everton tentou levar Cebolinha no início do ano, a pedido do técnico Carlo Ancelotti. Os ingleses só não avançaram em janeiro por conta das regras do Fair Play Financeiro.

 

Na atual janela de transferências, o Napoli mirou em Cebolinha e manteve contato com o Grêmio. Mas o atacante não chegou a um acordo sobre salários com os italianos. O Grêmio pretende fazer um negócio de 25 a 30 milhões de euros, montante que o clube italiano estaria disposto a pagar.

 

Cebolinha tem contrato com o Grêmio até o final de 2023 e multa rescisória de 120 milhões de euros (R$ 725 milhões) para clubes do exterior.

 

O clube gaúcho detém 50% dos direitos econômicos do atacante. O restante está dividido entre Gilmar Veloz, seu antigo empresário (30%), o Fortaleza (10%) e um parceiro do clube gaúcho (10%).

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