Amastha fixa pedido de coletiva na porta da CGU e diz que estará lá na 2ª, às 8h, para ouvir explicações do superintendente sobre

Publicado em: 25 de Julho de 2020
Foto Por: : Reprodução YouTube
Autor: Cleber Toledo
Fonte: Cleber Toledo
Amastha em frente à CGU, onde fixou na porta pedido de coletiva

O ex-prefeito Carlos Amastha (PSB) segue cobrando da Controladoria-Geral da União (CGU) um esclarecimento sobre a Operação Carta Marcada, da Polícia Federal (PF), da qual foi alvo e alega inocência.

 

Desta vez, o político pessebista resolveu ir à porta da superintendência tocantinense do órgão afixar ofício pedindo uma coletiva de imprensa para segunda-feira, 8, já que o local estava fechado.

 

Em outro vídeo nessa quinta-feira, 23, o ex-prefeito “exigiu” esclarecimentos da CGU, e até estabeleceu até data de segunda para a manifestação órgão. “Eu exijo – não estou pedindo – que o tal do superintende da CGU venha a público, assim como foi em rede nacional envergonhar nossa cidade falar em R$ 15 milhões de desvio. […] Ele vai explicar onde que achou esses R$ 15 milhões. Isto não se faz. Tremenda incompetência e má fé. E não estou falando, estou exigindo”, afirmou.

 

Cedo na porta da CGU

Mesmo sem obter qualquer resposta formal da CGU, Carlos Amastha afirma no vídeo publicado nesta sexta-feira, 24, que estará na porta do órgão no horário “marcado”. “De qualquer maneira, deixei aqui colado o ofício solicitando para segunda-feira, 8 horas da manhã, esta coletiva. Também já mandei no email do superintendente este pedido. E já aviso à imprensa, estarei aqui cedo. Os palmenses merecem saber se o ex-prefeito fez algum crime, alguma coisa errada”, afirma.

 

Amastha não teme retaliação

Em outro vídeo, este divulgado também nessa quinta-feira, Carlos Amastha afirma não ter medo de retaliações pela forma como tem agido perante a CGU. “Pior que jogar na lama minha honra, da minha gestão, dos companheiros e do povo de Palmas? Cabe maior retaliação que isto? Não tenho medo. Acredito nas instituições. A atitude de um, não representa a maioria que a instituição [CGU] representa”, afirma.

 

Quem tem que defender empresários são as associações

Em outro trecho, Carlos Amastha ainda justifica que defende apenas os ex-secretários alvos da operação por falar sobre o episódio como ex-prefeito da gestão investigada, e por isto tem “obrigação” de fazê-lo. “Quem tem que defender [os empresários], e é a partir de agora, são as associações de classe. É a CDL, é a Associação Comercial, é a Federação de Indústria que tem que defender o empresariado local deste tipo de atropelo”, defende por fim.

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