Afogamentos: Corpo de Bombeiros Militar atua em dois resgates no final de semana

Casos ocorreram em Porto Nacional e em Miracema do Tocantins, elevando estatística para 12 mortes este ano

Publicado em: 07 de Abril de 2020
Foto Por: divulgação
Autor: Luiz Henrique Machado/Governo do Tocantins
Fonte: Ascom

Dois pescadores morreram esse fim de semana. Um no sábado, 04, e outro no domingo, 05, na Região Central do Estado, após se afogarem no Rio Tocantins. Ambos estavam em cidades diferentes, em Miracema e em Porto Nacional, respectivamente. Nos dois casos, o Corpo de Bombeiros Militar destacou equipes de mergulhadores para o resgate dos corpos. Este ano, 12 pessoas já foram a óbito por conta dos afogamentos.

 

Em Miracema, a vítima foi Mauro Batista Quirino, de 32 anos, do Povoado Barra da Providência. O relatório da Companhia Independente de Busca e Salvamento CIBS), do Corpo de Bombeiros Militar descreve que Mauro tinha pouca habilidade com a natação, com base nas informações declaradas por familiares, e estava pescando com amigos a cerca de 10 metros da margem do Rio.

 

Bombeiros que atuaram no resgate foram informados por terceiros que, por alguns instantes, Mauro ficou sozinho no local, e quando os amigos voltaram, elejá havia desaparecido. O trecho do afogamento tem cerca de dois metros e meio de profundidade.

 

Porto Nacional

 

Em Porto Nacional, a vítima do afogamento tinha 25 anos. Ivandro Ferreira Oliveira, também não tinha habilidades com a natação. A pescaria aconteceu de noite, no Lago, nas proximidades da área urbana, e no barco também estavam a mãe e o pai dele. O barco virou e ninguém usava coletes salva-vidas. O casal conseguiu nadar até às margens, cerca de 200 metros de onde a embarcação naufragou.

 

Segundo informações, o acidente foi por volta da 1h da madrugada de domingo. A CIBS foi chamada para o resgate, encontrando o corpo próximo do local do afogamento, com cerca de dois metros e meio de profundidade.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.