Mulher é detida suspeita de raptar e tentar “vender” criança de 2 anos em Araguatins

Suspeita disse aos policiais que pegou a criança na frente de uma casa depois de passar a noite ingerindo bebidas alcóolicas. Polícia Civil disse que mãe da menina informou que é amiga da suspeita e não demonstrou preocupação com o caso.

Publicado em: 29 de Maio de 2020
Foto Por: Vitor Mendes/Folha do Bico
Autor: G1 Tocantins
Fonte: G1 Tocantins
Garota foi raptada por jovem em Araguatins, no norte do estado

Uma mulher de 20 anos foi detida em Araguatins, na região do Bico do Papagaio, suspeita de oferecer uma criança para moradores em troca de dinheiro. Segundo a Polícia Militar (PM), a suspeita disse que encontrou a garota de apenas 2 anos na frente de uma casa e que tentava "vendê-la".

O caso foi nesta terça-feira (26), no setor Nova Araguatins. Policiais foram informados sobre o rapto por volta das 13h40, foram até a avenida Araguaia e a jovem com as mesmas características repassadas foi localizada.

Segundo a PM, ela estava com sinais de embriaguez, confessou aos policiais que bebeu durante a noite anterior e que quando amanheceu pegou a criança.

A vítima disse aos policiais que estava com a jovem, mas não a conhecia. Falou também que sentia fome e logo a equipe da PM comprou alimentos e entregou para a criança.

O Conselho Tutelar foi acionado, mas passou a responsabilidade ao Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) que compareceu no local. A mulher e a criança foram levadas para a delegacia.

A Polícia Civil informou que liberou a suspeita porque localizou a mãe da criança e ela disse ser amiga da mulher. Segundo a nota, a mãe não demonstrou preocupação com o caso e disse que a amiga tinha autorização dela para sair com a criança.

A SSP informou que não foi possível vislumbrar indícios de autoria e materialidade criminal, uma vez que não foram encontradas testemunhas, nem tampouco pessoas para as quais a criança estaria sendo oferecida a venda. Desse modo, a criança foi entregue a sua genitora e os órgãos de assistência social foram notificados para que façam o acompanhamento da criança e apresentem relatório à Polícia Civil.

Um inquérito só será instaurado se for constatada alguma situação que caracterize crime.

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