Sábado,
25 de Junho de 2022

Operação Malha Fina apreende redes e armas de fogo

Realizada simultaneamente em vários pontos do Estado, as equipes de fiscalização comandadas pelo Naturatins conseguiram tirar das águas mais de oito mil metros de redes e apreenderam armas de fogo, além de peixes pescados ilegalmente e um animal silvestre

Autor: Wanja Nóbrega/Governo do Tocantins

Fonte: Ascom

Publicado em 21 de Junho de 2022 (Atualizado Há 4 dias atrás)

Legenda: Além de redes, fiscalização recolheu armas de fogo

Autor da Foto: Divulgação Naturatins

O Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e parceiros realizaram no último final de semana mais uma etapa da Operação Malha Fina, que tem como objeto principal coibir a pesca predatória em todo o território tocantinense. A operação foi realizada entre os dias 17 e 19, abrangendo os municípios de Bernardo Sayão, Juarina e Couto Magalhães.

Durante as abordagens, os agentes de fiscalização orientaram sobre as normas relacionadas a pesca vigentes no Estado. Ainda durante as abordagens, foram apreendidos 70 quilos de pescado de diversas espécies e lavrado um auto de infração no valor de R$ 2 mil, bem como um termo de apreensão. Os peixes foram doados em comunidades carentes dos municípios.

Paralelamente, outra equipe de fiscais do Naturatins, coordenada pelo gerente de Fiscalização, Cândido José dos Santos Neto, percorreu o rio Tocantins e seus afluentes, nos perímetros dos municípios de Pedro Afonso, Tupiratins, Palmeirante, Barra do Ouro, Filadélfia e Babaçulândia. Também foram feitas abordagens de pessoas que estavam pescando, com verificação da documentação (carteiras de pesca) e dos apetrechos utilizados, bem como o tamanho das espécies de pescados capturados, conforme estipulado na Portaria n° 54/2022.

Durante os trabalhos, que iniciaram na terça-feira, 14, e foram concluídos nesse domingo, 19, foram recolhidos 8.300 metros de redes de diversas malhas, três espingardas artesanais cartucheiras, uma espingarda do tipo bate-bucha, um animal silvestre abatido e 63 kg de pescado. Os peixes e outros animais presos às redes e que ainda estavam vivos foram devolvidos para a água. Os peixes abatidos foram doados à população.

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