Pais relatam rotina de amor e dedicação a filhos com necessidades especiais

O servidor público Renato Alves cuida há 19 anos do filho que nasceu com hidrocefalia e microcefalia: Não tem dinheiro que pague. Veja também a história do Adson José, que é exemplo de cuidado e companheirismo.

Publicado em: 10 de Agosto de 2020
Foto Por: Reprodução/TV Anhanguera
Autor: G1 Tocantins.
Fonte: G1 Tocantins.
Servidor público é exemplo de dedicação e amor ao filho, que nasceu com hidrocefafia e microcefalia

Pais heróis, companheiros e dedicados. Essa é a história de muitos homens que têm filhos com necessidades especiais e se dedicam diariamente no cuidado e no desenvolvimento deles. O servidor público Renato Alves é exemplo de persistência e amor. Ele cuida do filho, que nasceu com hidrocefalia e microcefalia. Uma experiência que o fez enxergar outro sentido para a vida.

 

"Estou sempre aprendendo, melhorando e tentando evoluir para cuidar cada vez melhor dele", conta.

A relação dos dois transborda confiança em cada abraço, beijo e em um simples passeio pela rua de casa. O Renato Augusto tem 19 anos, é o filho mais novo, que herdou do pai muitas características, incluindo a paixão pelo futebol. Os nomes dos jogadores favoritos estão sempre na ponta da língua. "O Messi, o Neymar, o William", diz o jovem.


Ano passado, ele foi diagnosticado com leucemia e segue fazendo tratamento. Mas a doença só tem fortalecido pai e filho. "Gratificante ser pai. Ainda mais ele, que é sem malícia, o que ele fala para a gente, você pode ter certeza que é verdadeiro. Ele já disse várias vezes para mim: 'Pai, eu te amo. Você é o melhor pai do mundo'. Isso não tem dinheiro que pague".

 

Há muitos exemplos que têm apenas nomes e endereços diferentes. O servidor público Adson José tem uma rotina corrida, cheia de tarefas.

 

"A minha rotina é sempre igual. Acordo, faço o café da minha esposa, dou banho nas crianças, dou uma olhada nos e-mails, nas responsabilidades do trabalho. Depois, venho fazer o almoço, dar uma ajeitada na casa, dentro do possível e já me preparo para o horário de trabalho", relata.

 

As filhas do Adson, de 8 e 12 anos, são autistas e exigem ainda mais cuidado e atenção do pai, o que não é esforço nenhum para ele, que é tão presente.

 

"Eu faço com muito amor porque elas sabem que podem contar comigo .[Sou] pai, apaixonado pela família, pela esposa, pelas filhas, muito agradecido por Deus ter me permitido ter saúde para cuidar de todas elas".

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