Vítima de sequestro é libertada após três dias como refém e cinco suspeitos são presos

Um dos presos era policial civil aposentado do Maranhão. A mulher vítima do sequestro teria sido raptada em um hotel.

Publicado em: 20 de Outubro de 2020
Foto Por: Divulgação/Polícia Civil
Autor: G1 Tocantins.
Fonte: G1 Tocantins.
Suspeitos estavam em dois carros que foram interceptados em Gurupi

Por A Polícia Civil do Tocantins conseguiu resgatar na tarde desta segunda-feira (19) uma mulher que era mantida refém por sequestradores desde o último sábado (17). Ela foi encontrada dentro de um carro que estava entrando em Gurupi, no sul do estado. O sequestro foi dentro de um hotel de Paraíso do Tocantins, na região central.

Cinco suspeitos foram presos pela polícia, um deles é policial civil aposentado no Maranhão. Os nomes dos suspeitos não foram divulgados. A vítima contou que o sequestro foi motivado porque o marido dela, que é atravessador de grãos, tinha uma dívida não paga.

A vítima disse ainda que foi ameaçada com uma arma de fogo e sequer tinha se alimentado nesta segunda-feira antes de ser resgatada. Os sequestradores estavam em dois carros que foram interceptados por uma equipe da Delegacia Especializada em Investigações Criminais (Deic). A operação foi coordenada pelos delegados Hismael Athos (6ª Deic) e Rafael falcão (8ª Deic).

O grupo teria ainda entrado em contato com a cunhada da vítima para exigir o pagamento da dívida. O valor não foi informado pela polícia. Durante as revistas aos carros, foram encontrados uma arma, aparelhos celulares e R$ 3.386,10 em espécie.

Os suspeitos foram levados para a Central de Flagrantes de Gurupi e autuados por extorsão mediante sequestro. Se forem condenados, a pena pode chegar a 20 anos de prisão. A mulher recebeu atendimento médico após ser libertada.

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.